Ana Paula Fuchs Amaral

  • Instrutora Master & Science e Terapeuta ThetaHealing certificada pelo Institute of Knowlenge.
  • Fisioterapeuta;
  • Especialista em Acupuntura;
  • Cronoacupuntura;
  • Professora Universitária.

Ministrante dos Cursos de ThetaHealing:
- DNA Básico;
- DNA Avançado;
- Aprofundando no Digging;
- Manifestação e Abundância;
- Relacionamentos I ( você e seu parceiro);
- Relacionamentos II ( você e Deus);
- Criança Arco-Íris;
- Anatomia Intuitiva;
- Doenças e Desordens;
- Relações Mundiais;
- DNA 3.

Robinson Amaral

  • Instrutor e Terapeuta ThetaHealing certificado pelo Institute of Knowlenge.
  • Arquiteto e Urbanista;
  • Especialista em Feng Shui;
  • Formação em Kundalini Yoga
  • Formação Smarth em Regressão Transgenerativa

Ministrante dos Cursos de ThetaHealing:
- DNA Básico;
- DNA Avançado;
- Aprofundando no Digging;
- Manifestação e Abundância.


Sobre o Casal

Casados há 17 anos sempre estivemos a busca de aprimoramento pessoal e espiritual. A jornada começou antes mesmo de nos casarmos quando participavamos de encontros de grupos espíritas, logo então nos vimos aplicando passes.

Percebemos então, que o conhecimento e aprimoramento não tem limites e passamos a buscar conhecimento na gnose, teosofia, fraternidade branca, budismo, cinesiologia, reiki, tao e kundalini yoga.

Não somos adeptos de nenhuma religião, mas respeitam e consideram os ensinamentos de mestres de diversas religiões.

Encontramos no ThetaHealing uma maneira de ajudar as pessoas a se conhecerem e a conhecerem uns aos outros, indo de encontro a essência divina que habita em cada um de nós.

Robinson Amaral

A técnica do ThetaHealing, passou a fazer parte de minha vida, de uma forma especial: aos 21 anos de idade, tive minha primeira experiência espiritual, foi algo que marcou muito a minha vida, lembro-me muito bem, como se fosse hoje. Estava eu na casa de veraneio de meus pais, quando após o almoço, me deitei no sofa, isso era muito comum, pois eu praticava surf durante as férias e passava a manhã toda no mar.

O cansaço era enorme após o almoço, e minha rotina era relaxar um pouco no sofá da sala, ou na rede que tinha na varanda. Lembro que eu estava sozinho àquele dia, meus pais estavam passeando na orla, e meus irmãos também estavam passeando. Foi quando senti tocarem na minha mão, e puxarem meu braço esquerdo. Achei estranho, pensei que fosse minha mãe, mas lembrava que ela tinha saido. Me virei e não vi ninguém, me levantei e procurei pela casa toda, pra ver se tinha alguém, mas pra minha surpresa: não tinha. Foi então que apesar, de cético e descrente, percebi que aquela seria uma experiência espiritual.

Minha jornada estava apenas começando. Logo em seguida, procurei respostas no espiritismo: eu trabalhava em Blumenau, onde comecei minha faculdade de Arquitetura, e lá as esperiências continuaram, só que mais intensas. Cheguei a ver uma mulher, que agarrou meu pescoço querendo me sufocar, a vivência foi tão intensa, que sai de casa pra procurá-la na rua, achando que era real. Procurei àquela pessoa, por baixo da mesa, atrás das portas, até no box do chuveiro fui ver se estava escondida, foi então que percebi que se tratava de um espírito.

Minha preocupação que aquilo piorasse, me levou ao espiritismo, não me parecia que o cristianismo fosse me ajudar naquele momento, apesar de ter nascido em um berço católico. Cheguei a frequentar alguns centros espíritas, mas as práticas eram superficiais, não havia alguém que me orienta-se ou que se interessa-se em querer me ajudar. Foi quando me reencontrei com Ana Paula, que fora minha namorada na época de escola. Percebi então, que tinhamos muito mais afinidade do que eu imaginava, e nos aproximamos mais ainda. Ela me levou pra Umbanda, à princípio era apenas pra conhecer, mas com o tempo, passamos a fazer parte da corrente e praticar a Umbanda.

Ficamos 11 anos na Umbanda, mas tinhamos ambição em explorar mais a espiritualidade, algo que a Umbanda, nos parecia limitada. Passei a estudar a teosofia, me identificava muito com os ensinamentos de Helena P. Blavatski e Charles W. Leadbeater. Porém a escola teosófica, não existia mais, não encontramos grupos de estudos ou pessoas ligadas aos ensinamentos de Blavatski.

Os estudos eram muito subjetivos, principamente pelo fato de Blavatski ser muito filosófica. Seus livros eram repleto de metáforas que, de certo modo, abre um leque enorme de interpretações. Esse fato me levou a busca, por algo mais próximo, algo que pudéssemos praticar e que tivesse representantes em nossa cidade.

Nossa busca nos levou à Gnose, essa tinha alguns grupos de prática em Curitiba, e podiamos participar mais ativamente. Passamos a estudar os livros de Samael Aun Weor. Estranhamos o posicionamento do autor, mas não desmerecemos a princípio e evitamos julgar, nada como conhecer e praticar para depois tirarmos nossas conclusões. A prática da gnose ocorreu quase que simultaneamente à Kundalini Yoga, pois era uma recomendação de Samael, a prática do Yoga.

Essa junção da gnose com o yoga, foi como uma injeção de espiritualidade diretamente na veia, foi catastrófico, eu diria. Pra uma pessoa sensitiva foi um prato cheio. Senti a ascenção da kundalini como um vulcão em erupção, me vi em um verdadeiro caos emocional, mental e espiritual. Sentia como se meu espírito estivesse livre do corpo, era só relaxar um pouquinho que já saia do corpo. Fazia desdobramento, ou projeção astral, com uma facilidade enorme.Tinha sonhos lúcidos, sonhos dentro de sonhos, controlava os sonhos e manifestava tudo que queria neles, como se fosse realidade.O terceiro olho era aberto como uma tela de celular, via claramente atravéz do terceiro olho. Me assustava muito com tudo aquilo, eu realmente não estava preparado para enfrentar aquilo tudo.

Passei a ter muito medo, era assustador aquilo, eu via coisas boas mas também ruins, e as ruins eu não sabia lidar. Foi quando me dei conta que aquilo tinha que parar, não era mais eu, aquilo tinha me transformado, e essa transformação não estava legal. Parei toda a prática de yoga e gnose e fomos para o TAO.

No TAO as coisas foram melhorando. Recebemos muitos ensinamentos. O TAO tem uma tradição milenar, possui uma raiz muito forte, nos transmite muita segurança e estabilidade, era isso que eu precisava. Me identifiqui muito com o TAO, recebemos o TAO e nos dedicamos as suas ritualísticas.

Assumimos votos e nos comprometemos em divulgar o TAO, mas não chegamos a fazer o seu maior voto que era o de Bodhisattva da Era Branca. Nos afastamos assim que a Ana Paula engravidou. A prática do TAO era muito exigente e não nos permitia tirarmos um tempo para contemplar a gravidez e cuidados que ela demanda, e assim, após cinco anos de estudos, acabamos nos afastando. Na sequencia voltei à prática do yoga, iniciando meus estudos como intrutor de Kundalini Yoga, e a Ana Paula seguiu iniciando os estudos no ThetaHealing.

O Yoga era bom, mas me permitia uma prática solitária. Percebi que a Ana Paula, recebia muitos elogios em seus atendimentos de ThetaHealing, havia muito feedback de seus clientes. Aquilo me chamou a atenção, vi que isso era importante, que uma jornada espiritual não deve ser solitária e que eu podia aprender muito com os outros através da terapia.

Foi então que decidi, seguir no ThetaHealing junto com ela, e assim, um ano após ela ter realizado seu primeiro curso de DNA Básico, fui seu aluno no curso. Após realizar o curso DNA Básico, comecei a atender cerca de um mês depois, os atendimentos começaram meio tímido, pois não sabia se teria o mesmo resultado que a Ana Paula tinha. Comecei então a ver os resultados nos clientes que eu atendia, eles assim como com a Ana, me davam feedbacks positivos e comecei a ver no ThetaHealing uma ferramenta importantíssima para o desenvolvimento espiritual.

A jornada continuou e realizei a minha formação como intrutor de ThetaHealing, e atualmente realizamos os cursos de ThetaHealing juntos.